Categoria "Educação"

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Design Gráfico


14.jan.15 | 16 Comentários

Oi gente!
Agora é a vez de falarmos sobre o Curso de Design Gráfico e a entrevistada da vez é a Caren.  
Caren afirma que já pensou em desistir do curso, mas o amor pelo o que faz falou mais alto. Agora está no último período, quase se formando, mas confessa que a profissão de Designer ainda não tem o reconhecimento que merece. 
Vamos conferir um pouco mais?

Caren Almeida tem 21 anos e está cursando o 4º e último período de Design Gráfico na Universidade Unigranrio. (O curso é tecnólogo.)
Caren diz ter escolhido este curso porque desde pequena gostava muito de desenhar, pintar e fazer montagens diferentes e criativas. No começo da adolescência, procurou um curso de Web&Design e ao iniciá-lo foi amor à primeira vista. Não faltava uma aula se quer, e graças a este curso que descobriu que de fato queria ser uma designer. Com 15 anos já sabia o que queria para seu futuro.
Quanto à escolha da Universidade, ela diz ter a escolhido pois ao comparar esta com outras Universidades, percebeu que tinha um valor bem mais acessível, e também por ser razoavelmente perto de onde mora. E apesar de ter feito o ENEM, ela optou por fazer o Vestibular da própria Unigranrio pra ser sua forma de ingresso.
Ela diz que sua impressão sobre o curso de Design Gráfico mudou depois de ter começado a cursar. Descobriu que a jornada não iria ser nada fácil. Pensou em desistir por várias vezes e cursar História da Arte (curso este que ela pretende cursar futuramente), mas não conseguiu abandonar o Design. Ela ainda afirma: “Design para mim é como uma droga, e nessa droga já me perdi completamente.” (risos).
Quanto aos professores, ela diz que independente de ser professor de escola, faculdade, curso ou afins, ela nunca consegue ter uma relação de amizade. Sempre os vê somente como um professor. Alguns deles ela faz questão de faltar as aulas, mas outros ela diz ser impossível faltar. Varia de professor para professor.
Apesar de não ter que fazer estágio obrigatório, Caren já fez dois por conta própria. 
O primeiro conseguiu quando estava no segundo período da faculdade, quando já estava louca para colocar em prática o pouco que já sabia e o que tinha aprendido durante as aulas. Mas nem tudo são flores, né? Ela conseguiu o estágio em uma empresa de sistemas de computação e segurança e Caren ficava na parte de criação de credencial de identificação (crachá), porém toda criação tinha um padrão e ela não tinha liberdade para ir além daquilo. Foram 6 meses de estágio e ela afirma ter tido muitos momentos legais, mas na maior parte do tempo ficava morrendo de tédio e nem recebia muito por isso. Porém foi uma época boa porque o estágio era tranquilo e deu para conciliar com a faculdade.

No segundo estágio ela não ficou nem um mês, pois não tinha nada a ver com design. Ela fazia formatação de documentos, o que achava super chato. 
E em relação ao mercado de trabalho, ela afirma que está bastante complicado e bem disputado, pelo fato da profissão ainda não ter sido regulamentada, o que é uma vergonha. E por causa disso qualquer pessoa pode dizer que é um designer e exercer a função sem nem ter feito um curso ou faculdade. Por não ser regulamentada, eles não tem um piso salarial. Tem lugares que pagam menos que um salário mínimo.
Caren finaliza a entrevista dizendo acreditar que a profissão ainda não recebe o reconhecimento que merece. Afinal, não tem como negar que o design é a alma de qualquer negócio. Né?
É, Caren… Tenho certeza que você ajudou muitas pessoas que não tinham conhecimento sobre a área (eu sou uma delas, rs). Tenha certeza que todos nós estaremos aqui na torcida para que vocês recebam o reconhecimento (e salário) que merecem. Design é importante em qualquer negócio realmente… E as blogueiras sabem bem disso! rs. Muito sucesso pra você!
Beijinhos ;*

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Turismo


13.jan.15 | 12 Comentários

Oi gente!
Chegou a vez de falar sobre o curso de Turismo. É um curso super requisitado hoje em dia. Todos que amam viajar querem cursá-lo. Mas será que só isso é motivo?
O entrevistado da vez é o Mayke. Ele está no 6º período e está se graduando pelo Cederj. Essa é uma ótima oportunidade pra você saber um pouco mais não só sobre o curso de Turismo mas também sobre a graduação a distância. E então, vamos conferir?

Mayke Guimarães tem 19 anos e está no 6º período de Turismo pelo Cederj.
Mayke diz ter escolhido Turismo por amar viajar e pelo fato de o universo do Turismo envolver línguas, pessoas locais, turistas e empresas. Ele sempre quis saber como tudo isso funcionava.
Quando concluiu o Ensino Médio ele queria fazer curso de Inglês, Espanhol e Informática para se adaptar melhor ao mercado de trabalho, e por isso acabou optando por uma graduação a distância que não atrapalharia seus cursos. Para concorrer a vaga no Cederj usou sua nota do ENEM, sem precisar fazer o Vestibular.
As matérias do curso de Turismo são bem variadas. Tem aulas de línguas (Inglês, Espanhol e Libras) mas só instrumental, ensinam o básico e a pessoa tem que correr atrás por fora. Aulas de Hotelaria, Transportes Turísticos, Métodos de Pesquisa, Estatísticas, etc.
Quando começou a estudar as disciplinas de exatas pensou que não daria conta de estudar cálculos em casa. Mas não desistiu, continuou focado no que queria.
Mayke afirma que a maioria das pessoas acham que por ser uma graduação a distância eles não tem aulas presenciais. Mas ele afirma que tem sim. O Cederj possui vários polos, espalhados por vários locais do Rio de Janeiro, e ele acabou escolhendo o polo de Duque de Caxias por ser o mais próximo de sua casa. Lá tem aula toda semana para reforçar o conteúdo dos materiais didáticos, porém as aulas não são obrigatórias. Vai do interesse e tempo livre de cada um.
Mayke assume não ter feito estágio ainda. Mas há estágio obrigatório sim, no último período. Sem estágio não há conclusão de curso.
E o mercado de trabalho? Mayke acredita que está super em alta, em qualquer lugar do mundo, com várias oportunidades de emprego. É preciso focar em um seguimento que se identifique e ir atrás.
E eu tenho certeza que ele está super focado. Desejo todo sucesso do mundo pra você, Mayke. Tenho certeza que você está ajudando muitas pessoas a se decidirem.
E vocês, já pensaram em cursar Turismo? Me contem aqui pelos comentários.
Beijinhos ;*

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Pedagogia


13.jan.15 | 10 Comentários

Oi gente!
Chegou a vez de falarmos sobre o curso de Pedagogia. E a entrevistada da vez é a Mayra Mendes.
Mayra descobriu qual curso iria se graduar através do curso de Formação de Professores no Ensino Médio. Gostou muito! E hoje está no 5º período de Pedagogia pela UERJ. Vamos conferir o que ela tem a dizer?
Mayra Mendes tem 21 e está cursando o 5º período de Pedagogia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Ela diz ter escolhido este curso pois já havia feito o curso de Formação de Professores no Ensino Médio e quis continuar na profissão. E o mais engraçado nisso tudo é que ela começou o curso no Ensino Médio por não ter conseguido passar para nenhuma outra escola técnica. E como ela tinha a pretensão de já sair da escola com uma profissão certa, resolveu arriscar. E deu super certo!
A escolha da Universidade foi mais pela localização, já que o polo dela é próximo da casa de Mayra. O número de vagas x número de concorrentes era razoável, o que facilitou o seu ingresso. Mas Mayra assume que queria mesmo era estar na UFRJ, seu grande sonho.
Para virar aluna da UERJ foi preciso fazer o Vestibular, já que a mesma não aderiu ao ENEM. Foram duas etapas, uma objetiva e outra discursiva.
Se a visão dela mudou depois que começou a cursar Pedagogia? Sim, mudou. Ela afirma ter descoberto que tudo era totalmente o oposto daquilo que falavam na época do colégio. Os professores insistiam que ela veria tudo que tinha visto no Ensino Médio, o que não aconteceu. Mayra se surpreendeu ao saber que a Pedagogia não está presa em sala de aula, há várias áreas dentro dela que o Pedagogo pode exercer, como por exemplo, poder trabalhar em um hospital, setores administrativos de empresas, escolas e/ou cursos técnicos.
Quanto as aulas Mayra diz curtir bastante, mas às vezes tem a impressão de que algumas coisas são desnecessárias, não serão utilizadas futuramente. E os professores? São esforçados, dedicados e atenciosos. Mas como sempre há aqueles que ela se identifica e há aqueles que não.
Quando o assunto é estágio ela diz que ainda não fez pois está no 5º período. O estágio é obrigatório no 6º período.
E o mercado de trabalho? Mayra acha muito injusto. Não há boas condições para um Pedagogo, principalmente na área da Educação. Ela ainda afirma que além de baixos salários, eles não tem direito a planos de saúde e vale-transporte.
Fora todos os problemas, Mayra finaliza a entrevista afirmando: “Tenho prazer de ensinar uma criança a ler e ver sua trajetória escolar. Isso não tem dinheiro que pague.”
É, Mayra… Concordo com você. Já cheguei a pensar em cursar Pedagogia, ensinar uma criança a ler realmente é algo mágico, mas as condições de trabalho (e salário) me desanimaram, rs. Fico muito feliz em ver você passando por cima de todos os problemas e exercendo esse dom. Muito sucesso!
E vocês, já pensaram em cursar Pedagogia? Me contem aqui pelos comentários.
Beijinhos ;*
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